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HAWA HEPAR - 30 ampolas hawa pharma
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Suporte hepático

Indicações Terapêuticas:
Hawa hepar é uma formulação concebida cientificamente, demonstrando resultados muito positivos na proteção hepática, com repercussão positiva nos resultados desportivos, bem como em indivíduos não praticantes de exercício físico. Apesar da formulação possuir um efeito sinérgico dos seus constituintes superior ao somatório das partes, cada um destes ingredientes possui uma ação individualizada bem fundamentada pela experimentação
científica.

O Cochlospermum angolensis, conhecido como borututu, possui ácidos
hidroxibenzoicos que possuem elevado efeito antioxidante com repercussão ao nível hepatocelular, e feito v erificado e m v árias e spécies d e C ochlospermum, que evidenciam uma elevada hepatoproteção, em particular através da cascata 83 enzimático citocromo P450, num modelo animal de hepatoproteção com recurso a tetracloreto de carbono, substância com elevada hepatotoxicidade. A utilização em Portugal, nos últimos 20 anos e em Angola (séculos) em fitoterapia/naturopatia, confirma, os resultados dos estudos científicos.

A Pimpinella anisum é utilizada tradicionalmente há séculos nos transtornos digestivos. Em vários estudos animais “in vitro” e “in vivo” com recurso a modelos de indução hepatotóxica (com tetracloreto de carbono), a Pimpinella (anis verde), demonstrou acentuada capacidade hepatoprotetora. Um estudo clínico randomizado e duplamente cego levado a cabo em meio hospitalar, e envolvendo 107 pacientes entre os 18 e 67 anos, conclui que a Pimpinella
(anis verde) é efetiva na redução dos sintomas de dispepsia funcional, o que contribui para
confirmar os estudos anteriormente referidos. A Elettaria cardamomum (cardamomo) evidencia hepatoproteção em modelos de estudo animal. Num destes modelos, a indução de lesão aguda sobre o fígado, utilizando o antibiótico gentamicina (substância hepatotóxica) o cardamomo evidencia a capacidade para reduzir os níveis séricos de aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, bilirrubina, colesterol, triglicéridos e lipoproteínas de baixa densidade, revelando ainda recuperação ao nível das lesões histopatológicas. Estes estudos confirmam o uso tradicional secular, na resolução de perturbações do foro digestivo.

A silimarina é um complexo de bioflavonoides (silibina, isosilibina, silicristina, silidianina) existente no Silybum marianum (cardo mariano). A evidência científica que suporta a sua utilização como hepatoprotetor é substancial. Diversos modelos
de indução de lesão hepatocelular, em animais e humanos, com recurso a CCL-4, acetaminofeno, e incluindo álcool, comprovam a eficácia deste complexo de bioflavonoides na proteção dos hepatócitos, diminuindo a passagem de substâncias tóxicas para o seu interior, e aumentando a eliminação de metabolitos agressores formados no interior do citoplasma celular. Um estudo clínico envolvendo 15 pacientes utilizadores de fármacos psicotrópicos revela uma diminuição significativa da formação de malonilaldeído, confirmando os efeitos hepatoprotetores do cardo mariano (silimarina. A colina desempenha um importante papel no metabolismo hepático. A privação alimentar de colina induz hepatoesteatose com consequente perecimento celular. A suplementação com este catião orgânico (2-hidroxietil) - trimetilamônio, melhora a funcionalidade hepática. A N-acetilcisteína evidencia notáveis efeitos hepatoprotetivos sobre o fígado. Um estudo demonstra a sua capacidade hepatoprotetora, independentemente da sua capacidade de originar glutatião no organismo, sugerindo a possibilidade de a sua atividade se poder dever a um incremento ao nível energético mitocondrial.25 N um m odelo d e h epatotoxicidade utilizando carbamazepina em roedores, a N-acetilcisteína reduziu significativamente as transaminases séricas, a fosfatase alcalina, e a bilirrubina, e contribuiu para um aumento de peso dos animais depauperados pela substância hepatotóxica, concluindo ainda o estudo, que os níveis de glutatião (glutationa) aumentaram, a peroxidação lipídica diminuiu e as anomalias histopatológicas no fígado foram revertidas. Investigação muito recente demonstra que a suplementação com o aminoácido serina, diminui o stress oxidativo ao nível hepático, por indução da síntese de glutatião (glutationa) e do ciclo da metionina, por condensação com a homocisteína para sintetizar cisteína, e fornecendo unidades de carbono para a remetilação da homocisteína. O Ganoderma lucidum (Reishi) é utilizado em medicina tradicional oriental há séculos. A investigação científica comprova o seu uso tradicional como hepatoprotetor, demonstrando os efeitos nos seus triterpenóides na redução dos níveis séricos de alanina-aminotransferase e aspartato-aminotransferase, quando o fígado é sujeito aos efeitos tóxicos da alfa-amantina. Demostram também efeitos redutores do malonilaldeído nos hepatócitos, e indução da catálase e superóxido dismutase com captação e eliminação de radicais livres, inibindo
a apoptose. O Raphanus sativus (rábano) demonstra atividade hepatoprotetora, evidenciando em vários modelos de hepatotoxicidade induzida, prevenindo alterações bioquímicas e histomorfológicas. Estes modelos demonstram a capacidade deste vegetal para reduzir significativamente as transaminases, fosfatase alcalina, bilirrubina total e as lipoproteínas
de baixa densidade.

Composição:
Por 10ml (ampola):
Elettaria cardamomum (ext. líq. 1:3) - 600mg
Pimpinella anisum (ext. liq. 1:3) - 600mg
Cochlospermum angolensis (ext. liq. 1:3) - 300mg
N-acetilcisteína - 300mg
Silybum marianum (ext. estandardizado a 80% de silimarina) - 200mg
Colina - 200mg
Raphanus sativus (ext. seco 4:1) - 100mg
Serina (aminoácido isolado) - 100mg
Ganoderma lucidum (ext. seco 4:1) - 100mg
Elettaria cardamomum (óleo essencial microencapsulado) - 2mg

Ingredientes:
Cardamomo (Elettaria cardamomum) (extrato); Anis verde (Pimpinella anisum); Burututu (Cochlospermum angolensis); N-acetilcisteína; Cardo mariano (Silybum marianum); Colina; Rábano (Raphanus sativus); Serina; Reishi (Ganoderma lucidum); Cardamomo (Elettaria cardamomum) (óleo essencial); Água purificada; Antioxidante (ácido l-ascórbico); Estabilizante (goma xantana); Conservantes (sorbato de potássio e benzoato de sódio); Edulcorante (sucralose); Ciclodextrina.

Dosagem e Administração:
Primeiros quatro dias – Tomar 2 ampolas por dia (1 ampola em jejum e 1 ampola 5 a 15 minutos antes do jantar com alguma água). Nos dias seguintes – Tomar 1 ampola em jejum. Não deve ser excedida a toma diária recomendada.

Apresentação:
Embalagem com 30 ampolas

Avisos:
Conservar em local fresco, seco e ao abrigo da luz.

Se ocorrer alguma reacção, parar a utilização.

Não exceder a toma diária recomendada.

Evite o produto em caso de alergia ou sensibilidade a algum dos ingredientes.

Se estiver grávida, a amamentar, a tomar alguma especialidade farmacêutica ou se sofre de alguma doença, consulte o seu médico ou técnico de saúde antes de tomar este suplemento.

Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado e de um estilo de vida saudável.

Manter fora do alcance das crianças.

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O conteúdo desta categoria de suplementos alimentares, destina-se em exclusivo a público adulto. Como tal, está interdito a menores de 18 anos.

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